Compesa investe em tecnologia no tratamento da água

Para levar uma água cada vez mais pura para a população brasileira, é fundamental investir em novas tecnologias. Estas têm surgido e sido implementadas de forma eficiente pelas companhias estaduais de saneamento. Dessa vez, é a Compesa que tem apostado na tecnologia para garantir mais saúde e qualidade de vida à população.

A estatal iniciou, em fevereiro deste ano, a testagem de um novo sistema de ultrafiltração da água. A solução tecnológica está sendo testada na unidade de tratamento no distrito de Matriz da Luz, em São Lourenço da Mata/PE, e já tem demonstrado resultados expressivos na remoção de bactérias e vírus – quando comparados aos obtidos a partir de métodos convencionais de tratamento.

O processo de ultrafiltração tem capacidade para tratar 10 litros de água por segundo, dispensando o uso de coagulantes utilizados na técnica convencional. Enquanto os filtros de areia convencionais só conseguem reter acima de 4 micra, o tratamento realizado através de membranas retém os microrganismos e partículas de 0,01 a 0,1 micra.

O novo sistema é modular e se mostra importante em casos de ampliação e adequação. Ele  pode ser adquirido por blocos e é projetado para o tratamento e monitoramento completamente automatizado. Outra vantagem do equipamento está no impacto ambiental ocasionado, uma vez que a utilização mínima de produtos químicos evita a geração de subprodutos e minimiza a produção de lodo oriundo do processo.

Segundo a presidente da Compesa, Manuela Marinho, poucas empresas de saneamento investem na tecnologia de ultrafiltração. “Pernambuco sai na frente com essa experiência, que já apresenta resultados positivos para além de uma maior segurança na qualidade da água”, destacou a presidente.

Além disso, Manuela ressaltou que essa é uma tecnologia que possibilita a ampliação do atendimento à população, com redução ou eliminação de intermitência de abastecimento e aumento da capacidade de tratamento – o que representa, por si só, um ganho significativo. “Nesse momento, estamos avaliando custos com energia e insumos principalmente, resultados que serão determinantes para os próximos investimentos da Companhia nesse projeto”, finalizou a presidente.

 

AESBE - Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento

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