Secretário Executivo da Aesbe, Sergio Gonçalves, participa da Semana da Água 2023, em Porto Alegre

Por Michelle Dioum, com supervisão de Rhayana Araújo

 Nessa terça-feira (10), o Secretário Executivo da Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe), Sergio Gonçalves, participou da 30ª Semana Interamericana e 23ª Semana Estadual da Água, denominada “Semana da Água 2023”,  na Câmara Municipal de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A “Semana da Água 2023”, coordenada pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, Seção Rio Grande do Sul (ABES/RS), ocorre de 02 a 12 de outubro, desdobrando-se em eventos em diversas regiões do estado, com atividades presenciais e online. Acesse o site oficial do evento para obter mais informações, clique aqui. Neste ano, sob o tema “Saneamento para Todos”, o evento busca ressaltar a vitalidade dos quatro pilares do saneamento, sendo eles: abastecimento público, esgotamento sanitário, drenagem urbana e gestão de resíduos sólidos.

Durante a sua fala no evento, o secretário executivo da Aesbe, Sergio Gonçalves, ressaltou os desafios para a universalização. “Promovido pela ABES, esse evento contou com o apoio da Corsan e de diversas outras entidades. Nessa ocasião, abordamos os aspectos cruciais do saneamento atual, posicionando-nos sobre as ações da Aesbe e seus associados em prol da universalização. Enfocamos também nossos estudos da Série Universalizar. Discutimos os desafios que enfrentamos para alcançar a universalização nas áreas rurais, rurais dispersas, assentamentos, áreas periféricas e favelas. É nessas áreas que nossos associados atuam”, pontuou.

Sergio Gonçalves destacou a importância de inovações nos modelos de gestão para a garantia da cidadania. “Cada vez mais, precisamos estar preparados para explorar novas formas de gestão, adotar tecnologias adequadas e trabalhar em conjunto com o governo. O objetivo é garantir os recursos necessários para atingir e manter as metas de universalização. Destaquei também a conexão entre saneamento e saúde, a importância da cidadania e a necessidade de equilibrar a tarifa social. Esta última é especialmente relevante para as populações que normalmente não têm acesso ao saneamento e que possuem um poder aquisitivo menor”, concluiu.

 

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