A Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe) realizou, nesta quinta-feira (19), em Salvador, o segundo dia da reunião presencial conjunta das Câmaras Técnicas de Parcerias (CTP) e de Gestão Empresarial (CTGE). A programação foi marcada por debates estratégicos sobre modelos contratuais, excelência operacional e gestão de parcerias no setor de saneamento básico.
A agenda teve início com a palestra “Locação de ativos: oportunidades e desafios como alternativa contratual estratégica no setor de saneamento básico”, que abordou caminhos para acelerar projetos de infraestrutura e contribuir para o cumprimento das metas de universalização. O tema foi apresentado por representantes da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) e da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), destacando experiências práticas e perspectivas de inovação nos modelos de contratação.
Na sequência, o diretor da Falconi Consultoria, Mauro Soares, conduziu a palestra sobre excelência operacional, reforçando a importância de processos eficientes e da gestão orientada a resultados para o fortalecimento das companhias estaduais.
Ainda pela manhã, o diretor da Acciona no Brasil, Breno Machado Nogueira, apresentou a palestra sobre a gestão contratual de Parcerias Público-Privadas (PPPs) sob a ótica do parceiro privado. A exposição destacou aspectos como eficiência operacional, equilíbrio econômico-financeiro de longo prazo e estratégias de mitigação de riscos.
Encerrando o ciclo de palestras, o gerente de planejamento estratégico da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Thiago Semicek, abordou o tema “O DNA da estratégia: conectando propósito à performance”, enfatizando o alinhamento entre planejamento estratégico e resultados institucionais.
No período da tarde, os participantes realizaram uma visita técnica ao emissário submarino operado pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), oportunidade em que puderam conhecer de perto soluções de engenharia e operação voltadas ao tratamento e à disposição adequada de efluentes.
O segundo dia de atividades reforçou o papel das câmaras técnicas da Aesbe como espaços de troca de experiências, disseminação de boas práticas e construção conjunta de soluções para os desafios do saneamento no Brasil.


