Primeiro dia de reunião da CTPO da Aesbe debate atualização da Resolução n°7 do DNIT

A Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe) realizou, nesta terça-feira (3), a abertura da Reunião da Câmara Técnica de Projetos e Obras (CTPO), no auditório da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), em Águas Claras (DF). O encontro segue até o dia 5 de março e reúne representantes das companhias associadas à Aesbe para discutir temas estratégicos relacionados à contratação e execução de projetos e obras no setor de saneamento.

A abertura foi conduzida pelo diretor executivo da Aesbe, Sérgio Gonçalves, que destacou a importância da atuação técnica integrada entre as associadas diante dos desafios impostos pelo novo marco legal do saneamento e pelas metas de universalização dos serviços. Em seguida, o presidente da Caesb, Luís Antônio Reis, deu as boas-vindas aos participantes e ressaltou o papel das câmaras técnicas como espaços fundamentais para o aprimoramento da gestão e da governança nas empresas associadas.

Ao longo do primeiro dia, os integrantes da CTPO participaram de reunião técnica dedicada à análise de pautas estruturantes para o setor. Entre os principais temas discutidos esteve a nova redação da normativa do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), referente à Resolução nº 7. Durante a apresentação “DNIT – Resolução nº 7 – Nova Redação Aesbe”, foram debatidas as justificativas propostas, com destaque para as adequações consideradas necessárias pelas companhias estaduais.

As discussões envolveram aspectos relacionados a diretrizes para elaboração e contratação de projetos, compatibilização de normas técnicas e impactos operacionais nas obras executadas pelas empresas de saneamento. O objetivo é consolidar contribuições técnicas da Aesbe à proposta de atualização da normativa, garantindo maior segurança jurídica, eficiência nos processos e alinhamento às especificidades do setor.

A programação da reunião da CTPO inclui, ainda, a continuidade das análises técnicas, visitas técnicas, troca de experiências entre as associadas e encaminhamentos institucionais que deverão subsidiar posicionamentos formais da Aesbe junto aos órgãos reguladores e demais instituições envolvidas.

 

Compartilhe

Confira também nossas publicações

Veja todas nossas
edições anteriores