Relatório Executivo Saneamento – Propostas para o setor do saneamento

Senhor Presidente, Segue para conhecimento e análise o “Relatório Executivo do Saneamento” desta semana (02/10/2018), produzido pela GO ASSOCIADOS, como parte integrante do contrato existente. O Relatório será enviado semanalmente.

 

 

Prezado (a) presidente,

O ano de 2018 será marcado por eleições nos âmbitos estadual e federal. Apesar de o saneamento básico ser atribuição municipal, as demais esferas do governo influenciam diretamente o setor, seja por meio da atuação das companhias estaduais de saneamento, que servem a maior parte da população do país, ou por questões tributárias e do marco legal do setor, no âmbito federal.

Nesta edição do Relatório Executivo – Saneamento, a GO Associados analisa as propostas para o setor que constam no plano de governo dos candidatos à presidência.
 
No último dia 27/09/2018, o poder executivo do município de Guarulhos encaminhou para a Câmara dos Vereadores um projeto de lei autorizando a assinatura de convênio com a companhia estadual Sabesp para prestação dos serviços de saneamento básico na cidade.
 
A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) publicou a edição 2017 do Panorama dos Resíduos Sólidos 2017, com a situação da gestão de resíduos no Brasil. O país não apresentou avanço na destinação adequada de resíduos em aterros sanitários, que seguem correspondendo à destinação final de 59% dos resíduos gerados. No período, a participação dos lixões, pior forma de descarte de resíduos, aumentou.
 
No último dia 01/10/2018, oito municípios do estado de São Paulo (Arujá, Biritiba Mirim, Cotia, Francisco Morato, Itapecerica da Serra, Jandira, Poá e Rio Grandeda Serra)  receberam seus planos municipais de saneamento, em parceria com a Secretaria Estadual de Saneamento e Recursos Hídricos. Com a entrega, São Paulo passa a ser o primeiro estado no qual todos os municípios possuem planos de saneamento.
 
No último dia 25/09/2018 foi publicado o estudo “Infraestrutura natural para água no sistema Cantareira, São Paulo”, pela organização “World Resource Institute”. O custo total estimado para recuperar 2% da área das bacias que abastecem o sistema foi de R$ 119,1 milhões. O projeto permitiria uma redução dos custos da ordem de R$ 338 milhões com o tratamento de esgoto, com uma taxa interna de retorno de 12%, superior ao custo de capital de companhias do setor, como a Sabesp.

Um abraço,

Gesner

Anexos

 

AESBE - Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento

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