Muro de unidade da Cagece em Fortaleza ganha novo colorido com intervenção artística

Por Assessoria de Comunicação da Cagece

Os desenhos trazem em seus traços a reflexão e o alerta sobre a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente.

Humanizar, colorir e educar. É assim que o artista visual Nárcelio Grud define o grafite em sua grandeza e possibilidade. Ele, juntamente com os artistas Marquinhos Abu, Bulan Graffite e Be Mad têm realizado intervenções artísticas que embelezam os muros de estações de tratamento e outros equipamentos da Cagece, por meio do grafite.

Na capital, foi a vez da Unidade de Negócio Metropolitana Leste (UNMTL), no muro lateral da rua João Brígido, no bairro Aldeota. As interferências trazem em seus traços a reflexão e o alerta sobre a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente.

A coordenadora de Serviços e Expansão da UNMTL, Aline Bessa, afirma que sempre que a unidade realiza uma pintura convencional, as pessoas jogam lixo ou picham o muro, “gerando prejuízos financeiro e de tempo, além de incômodo para a vizinhança da unidade porque a situação era recorrente. A arte foi pensada como alternativa porque a gente percebeu que as pessoas respeitam a arte e isso acabou valorizando o nosso espaço”.

Para o colaborador da estação, João Bastos, tudo ficou melhor após a revitalização da área. “A ideia foi excelente. Os vizinhos sempre reclamavam do lixo que descartavam próximo ao muro. Agora as pessoas vão pensar duas vezes antes de sujar o espaço” conta.

Além de pensar nesses fatores, foi seguida uma linha de pesquisa e estudo que Grud pensou em artes desenvolvidas com exclusividade para a companhia. “Fui experimentando e vendo o que funciona ou não nesse projeto. Nesse caso, eu pensei em trabalhar as cores e flores. Algumas cores remetem à própria marca da empresa como também a questão da água e as flores em razão da natureza e da beleza” explica.

Grud afirma que o grafite tem um grande poder que transcende a arte. “O grafite, além dessa força imagética, é uma das artes mais democráticas porque está aberta para todos, diferente de museus e galerias que requer que a pessoa vá até o local. Essa é uma força muito potente do grafite: a acessibilidade para todos. O grafite humaniza mais a cidade e leva a arte ao público em geral sem distinção de cor, de raça e de credo, levando diversos tipos de estética pictóricas pra rua. De certa forma, isso ajuda a educar o povo” relata.

O próximo equipamento a ser pintado é o reservatório da Praça da Imprensa, previsto para este mês de janeiro. Para 2019, a meta é pintar muros e reservatórios no Cariri.

 

 

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