Do rio à torneira, o longo caminho da água

Poucas situações são tão confortantes quanto a de chegar em casa após um dia exaustivo e abrir o chuveiro para receber uma ducha recuperadora.
Poucas situações são tão desagradáveis quanto abrir uma torneira e… não sair água. Uma torneira seca paralisa o dia, transfere compromissos, transtorna a rotina. Só costumamos dar o devido valor à água quando ela nos falta.
Moradores de um país tropical, acreditamos que os recursos hídricos são infinitos e que a água nasce na torneira. Mas não há milagre.
Para chegar a uma residência a água percorre um longo caminho, necessita do esforço de milhares de pessoas e exige vultuosos investimentos, a maioria deles desconhecido dos consumidores.
ACompanhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) se vale de 559 pontos de captação, seja de rios, lagos ou represas. Da captação a água é conduzida até estações de tratamento, onde será submetida a um rigoroso processo de controle de qualidade. Mesmo quando nasce cristalina, recebe impurezas arrastadas pelas chuvas e pela ação do homem.
Para abastecer quase 3 milhões de pessoas em 198 municípios a CASAN conta com 295 estações de tratamento, 1 mil reservatórios e uma tubulação de mais de 13 mil quilômetros, o equivalente a uma viagem de Florianópolis à Europa.
São estações, reservatórios e tubulações que precisam de constante manutenção para produzir 700 milhões de litros todos os dias para atender à necessidade de 765 mil diferentes economias. São estações, reservatórios e tubulações que para poder operar exigem um gasto de quase R$ 100 milhões por ano somente em energia elétrica.
Para o processo de pureza do líquido a CASAN se vale de 10 laboratórios próprios e empresas terceirizadas que, no total, produzem mais de 180 mil análises mensais. Apenas em cloro são usadas 928 toneladas por ano. Todos os produtos químicos utilizados nos 231 Sistemas de Abastecimento de Água consomem mais de R$ 22 milhões por ano.
Os recursos para obras de produção de água e coleta e tratamento de esgoto vêm da receita da tarifa paga, pois a Companhia não recebe subsídios de nenhuma ordem. São da receita das taxas que a concessionária consegue investir em tecnologia para implantar novas redes e estações de tratamento de água e esgoto, erguer reservatórios, substituir adutoras, interligar sistemas de abastecimento, reduzir perdas, mapear tubulações, ultrafiltrar água, geofonar e consertar vazamentos.
São investimentos imprescindíveis para garantir que, ao chegar em casa, você possa abrir o chuveiro e receber uma ducha reconfortante. Uma ducha com água tratada para tratar bem os catarinenses.
Valter José Gallina
Diretor-Presidente da CASAN

Fonte: Assessoria de Comunicação da Casan

 

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