Casal e Agreste Saneamento atuam para Reduzir Turbidez da Água do São Francisco

Portal do Saneamento Básico
31/03/2020

Para resolver o problema, algumas operações estão sendo realizadas, como paralisações temporárias e redução na vazão operacional dos dois Sistemas Coletivos que abastecem o Agreste alagoano.

Devido às chuvas dos últimos dias, a turbidez da água captada do Rio São Francisco chegou a 200 vezes acima da sua condição normal, o que está dificultando o tratamento do líquido que é captado para distribuição em cidades da região Agreste de Alagoas. Em virtude disso, a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) e a empresa parceira Agreste Saneamento estão realizando algumas operações para resolver o problema,  como paralisações temporárias e redução na vazão operacional dos dois Sistemas Coletivos que abastecem a região.

O objetivo é garantir a entrega da água dentro dos parâmetros de potabilidade, evitando a captação de água com cor e turbidez muito elevada, por isso as paralisações temporárias. Outro motivo que tem prejudicado o correto funcionamento dos sistemas são as oscilações do fornecimento elétrico. Mesmo assim, o abastecimento segue ocorrendo, porém, com algumas restrições.

O antigo Sistema Coletivo do Agreste, cuja captação fica em São Brás e onde também se situa a Estação de Tratamento de Água (ETA) Morro do Gaia, é responsável pelo abastecimento de Olho D’água Grande, Campo Grande, Girau do Ponciano, Lagoa da Canoa, Feira Grande, Coité do Nóia, São Brás e parte baixa de Arapiraca.

Novo sistema adutor

Já o novo Sistema Adutor do Agreste tem a captação em Traipu, de onde a água é retirada e enviada para uma ETA que fica em Arapiraca. Ele abastece, além da parte alta da cidade, Craíbas, Igaci e o Presídio do Agreste.

Em Piaçabuçu, onde a Casal opera um sistema isolado, também há dificuldades no tratamento da água e, pela mesma razão, estão sendo realizadas paralisações temporárias, o que reflete em deficiência no fornecimento do líquido.

A Companhia e a Agreste Saneamento reforçam que continuam monitorando a situação da água do Rio São Francisco 24 horas por dia e envidando todos os esforços para manter os sistemas operando, dentro da segurança e com a qualidade necessária para a população.

Fonte: Casal.

 

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