“A conjuntura do mercado de produtos químicos usados no setor de saneamento” foi tema de Fórum realizado pela Copasa

Com informações de Copasa

A conjuntura do mercado de produtos químicos usados no setor de saneamento foi tema do 1º Fórum de Estatais, promovido pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). O evento, realizado de forma on-line pela plataforma Teams, na última sexta-feira (06/05), reuniu representantes da empresa mineira e de outras quatro companhias estaduais: Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) e Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa).

O evento debateu o momento complicado do mercado de produtos químicos diante da alta de preços, escassez de insumos e a insegurança quanto a regularidade do abastecimento. São insumos como o sulfato de alumínio líquido e o policloreto de alumínio utilizados para o tratamento de água. Os participantes também puderam compartilhar suas experiências e discutiram alternativas técnicas e estratégicas de aquisições com melhores resultados. Juntas, as companhias estatais representam uma fatia expressiva do mercado de saneamento.

“No primeiro trimestre de 2022, houve um aumento acelerado dos preços que pode ter sido causado pela necessidade de importação de matéria-prima. Esses produtos são essenciais para o tratamento de água e esgoto. Sem eles, não é possível realizar a atividade-fim de qualquer empresa de saneamento”, afirma o gerente da Unidade de Logística e Suprimentos da Copasa, Gustavo Loiola.

Ainda segundo Gustavo Loiola, a ideia é fazer novas rodadas de encontros como esse, convidando mais empresas para participar e assim ampliar ainda mais a discussão. “O evento foi muito bom para unirmos forças e colocarmos em pauta pontos importantes. Todas as estatais estão passando pelas mesmas dificuldades e essa é uma forma de nos organizarmos para encontrarmos novos caminhos. É um momento de alinhamento para podermos concretizar ações de forma conjunta”, destacou.

O engenheiro Eduardo Lauand Neto, gerente da área de Logística e Suprimentos da Sanepar, também faz uma avaliação positiva do evento: “com a união das empresas de saneamento, alternativas operacionais e comerciais poderão ser adotadas de forma conjunta, contribuído para o enfrentamento deste aumento acelerado de preços de produtos químicos.”

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