Revista Sanear nº 52 já está disponível com reportagens sobre clima, inovação e universalização do saneamento

A nova edição da Revista Sanear, publicação institucional da Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe), já está disponível para leitura. Em sua edição nº 52, a revista reúne reportagens, entrevistas e artigos que abordam os principais desafios e avanços do setor de saneamento no Brasil, com destaque para temas como mudanças climáticas, inovação tecnológica e o caminho para a universalização dos serviços. Clique aqui e confira a Revista Sanear na íntegra. 

A publicação abre o novo ciclo editorial da entidade e reforça o compromisso da Aesbe com o debate qualificado sobre políticas públicas, gestão e desenvolvimento sustentável no setor. Em mensagem aos leitores, o presidente nacional da Aesbe, Munir Abud, destaca que a associação segue ampliando sua atuação no diálogo técnico, institucional e político para fortalecer o saneamento básico no país.  

Entre os destaques da edição está a reportagem de capa, que analisa o papel do saneamento na agenda climática após a COP30, apontando como o setor se tornou um elemento central nas estratégias de adaptação e justiça ambiental diante dos impactos das mudanças climáticas.  

A edição também traz uma entrevista especial com Adalberto Maluf, secretário nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Na conversa, o especialista analisa a integração entre saneamento, políticas ambientais e resiliência urbana.  

Outro conteúdo relevante é o espaço dedicado ao vice-presidente nacional da Aesbe e presidente da Caema, Marcos Aurélio Freitas, que aborda os desafios de investimentos, regulação e gestão necessários para avançar rumo à universalização dos serviços de água e esgoto.  

A revista apresenta ainda reportagens sobre a atuação da nova diretoria da Aesbe e suas prioridades para o biênio; o Prêmio Universalizar, que reconhece projetos inovadores das companhias associadas; o papel das Câmaras Técnicas na governança e no desenvolvimento de soluções para o setor; iniciativas de sustentabilidade e redução de emissões de gases de efeito estufa no saneamento e experiências das empresas associadas em diferentes regiões do país. 

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