O diretor executivo da Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe), Sergio Gonçalves, participou nesta terça-feira (25) de um dos debates do Fórum Nacional de PPPs, realizado em Brasília (DF). O evento é considerado um dos principais espaços de diálogo sobre parcerias público-privadas, infraestrutura e inovação na gestão pública no país.
Com o tema “Avanços e transformações em Concessões e Parcerias na melhoria da infraestrutura e dos serviços prestados à sociedade”, o encontro reúne líderes governamentais, investidores, organismos internacionais e especialistas para discutir soluções concretas que impactam diretamente a vida da população.
Participaram também do painel Coordenador de Regulação Tarifária da Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA), Renê Gontijo; Gestor da Sanepar, Marcelo Cabral; Gerente de Regulação de Resíduos Sólidos Urbanos e Drenagem Pluvial da ARSESP, Danielle Lodi; e André Oliveira de Araújo, Assessor Especial na Secretaria Especial para o Programa de Parcerias de Investimentos da Casa Civil na Presidência da República (SEPPI), especialistas que atuam em diferentes áreas da administração pública, sustentabilidade, segurança jurídica e gestão estratégica. O encontro reuniu representantes de governos, empresas e instituições para discutir caminhos eficientes na estruturação de projetos, financiamento e mecanismos de governança.
No painel, Sergio destacou a importância das PPPs como instrumento para ampliar investimentos e garantir previsibilidade na execução de políticas públicas, especialmente no setor de saneamento. Ele reforçou que a universalização dos serviços passa, necessariamente, por modelos de cooperação entre Estado e iniciativa privada que priorizem eficiência, transparência e segurança regulatória.
Ao longo da conversa, os participantes abordaram temas como inovação em modelos de contratação, desafios das administrações estaduais e municipais, além de estratégias para fortalecer a sustentabilidade financeira dos projetos.
Além desse painel, a programação contempla temas estratégicos como: Desenvolvimento de infraestrutura resiliente às mudanças climáticas; Ampliação da oferta de serviços públicos essenciais, como saúde e educação; Novos instrumentos de financiamento, garantias e gestão de riscos; Inovação e boas práticas em governança contratual; Inovação em projetos ambientais e outros.


