Compesa incrementa a distribuição de água com tecnologia que mede pressão hídrica

A macromedição de vazão, adotada pelas companhias estaduais de saneamento, é uma etapa indispensável para uma boa gestão da distribuição da água tratada à população. A técnica é uma das razões dos investimentos sistemáticos realizados pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) para reforçar o abastecimento de água.

A mais recente aquisição da empresa, no campo tecnológico, foram 20 maletas Lamon, internacionalmente utilizadas para a medição da vazão e da pressão de redes de abastecimento. Em Pernambuco, a tecnologia está sendo aplicada nas estações de pitometria, ou seja, nos pontos de coleta de dados relativos ao abastecimento da Região Metropolitana do Recife (RMR) e interior.

Os equipamentos são portáteis e têm a capacidade de registrar dados por meio da programação e do fornecimento de estatísticas de vazão e pressão das redes. Todo o acompanhamento pode ser feito a distância, por meio de um software, pela Coordenação de Macromedição da Compesa. Os novos aparelhos, orçados em R$ 600 mil, já estão em operação.

A novidade se une a mais um investimento importante da Compesa para assegurar a distribuição de água de forma adequada à população. Já em janeiro de 2021, a companhia concluiu a instalação de um macromedidor de vazão de saída na Estação de Tratamento de Água Pirapama, o que permitiu elevar o índice de medição de vazão de saída das ETAs da RMR. A maleta é, então, componente importante para garantir a confiabilidade do abastecimento.

O gerente de Controle Operacional da Compesa, Daniel Genuíno, destaca o acompanhamento de tecnologias para o saneamento como diferencial da companhia, em termos de investimento. “Visando ao bom desempenho da prestação dos serviços à população, é preciso sempre estarmos atentos às tecnologias que vêm sendo desenvolvidas no mercado e que são aplicáveis à nossa realidade de abastecimento. As maletas de medição, por exemplo, são instrumentos com os quais já trabalhamos, mas que, na versão atual, oferecem muito mais possibilidades no que toca à apresentação dos dados. Além disso, são equipamentos inteligentes, que se sustentam por até seis meses sem necessidade de recarga, otimizando a precisão das medições e garantindo confiabilidade para a gestão dos resultados”, explica.

SAIBA MAIS

A pitometria é a medição de vazão realizada por um tubo Pitot, instrumento de medição que calcula a velocidade de vazão de fluídos como água e ar – o mesmo usado, por exemplo, na fuselagem de aeronaves. Em outras palavras, a pitometria é uma técnica empregada na medição da pressão em condutos forçados.

 

AESBE - Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento

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